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Romantismo
(1836-1881)
Autores
Românticos
1ª
Fase
Gonçalves
de Magalhães - Biografia
| Obras
Gonçalves Dias -
Biografia
| Obras
2ª Fase
Álvares de Azevedo -
Biografia
| Obras
Casimiro de Abreu -
Biografia
| Obras
3ª Fase
Castro Alves -
Biografia
| Obras
Joaquim Manuel de Macedo -
Biografia
| Obras
José de Alencar -
Biografia
| Obras
Bernardo Guimarães -
Biografia
| Obras
Manuel Antônio de Almeida -
Biografia
| Obras
Visconde de Taunay
-
Biografia
| Obras
Franklin
Távora -
Biografia
| Obras
Martins Pena -
Teatro Romântico -
Biografia
| Obras
Contexto Histórico-Social
- Burguesia no poder;
- Liberalismo burguês;
- Regência e Segundo
Império;
- Guerra do Paraguai;
- Lutas Abolicionistas;
- Nacionalismo.
O
Romantismo foi o nome que se deu ao movimento artístico
profundamente subjetivo e individualista surgido no fim do
século XVII na Europa e teve seu apogeu durante o
século XIX. Na Alemanha e na Inglaterra no final do século
XVIII e predominou na primeira metade do século XIX. Em
Portugal, a partir de 1825. No Brasil, o estilo teve início
com uma obra publicada em 1836.
Dois
fatores importantes na Europa marcaram o período do
Romantismo e influenciaram-no: A Revolução Industrial e a
Revolução Francesa.
O
romantismo foi um movimento que se desenvolveu nos mais
diversos campos, como na Literatura, na música, no teatro, na
pintura, etc...
A medida
que ia crescendo, ia se expandindo, seu ponto básico era a
abolição de regras e modelos. Sustentando a criação
artística deveria nascer da parte mais sensível e pura do
ser humano, do mundo dos sentimentos, o artista romântico
passou a considerar o "eu" como centro do universo,
gerando assim , uma das características básicas desse estilo
da época - o Individualismo.
Foi um
estilo rico, diversificado e muitas vezes contraditório,
dependendo do escritor e do local em que se manifestou. Três
componentes resumem o processo criativo dos românticos:
paixão, emoção e liberdade, todos relacionados a uma
subjetividade tão forte como nunca tinha se notado na arte
ocidental.
Características básicas:
-
Liberdade de criação: é mais uma postura diante da arte e da vida do que de uma característica propriamente dita.
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Sentimentalismo: o romântico vale-se dos sentimentos, por acreditar que só assim consegue traduzir tudo aquilo que ocorre em seu interior. O sentimento define a importância ou não das coisas.
-
Supervalorização do amor: conseqüência imediata do sentimentalismo. O amor é considerado a coisa mais importante da vida, em oposição ao valor mais cultivado pela burguesia: o dinheiro. A perda do amor conduz a três conseqüências básicas: a loucura, a morte ou o suicídio.
-
Idealização da mulher: divinizada, cultuada, pura, envolta e mistério, virgem.
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Mal-do-Século: origina-se de dois fatores, a idéia e que o espírito humano busca sempre a perfeição, a totalidade e o desajuste do indivíduo na sociedade burguesa; pessimismo em relação à sociedade e a si mesmo; prazer em sentir-se melancólico e sofrido; busca do isolamento, da solidão.
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Evasão: no tempo, no espaço e na morte; volta ao passado histórico; idealização da Idade Média como época de estabilidade política e social; gosto pelas coisas pitorescas, lendárias e misteriosas; exaltação da nacionalidade, com a idealização do povo, dos heróis nacionais, da paisagem física; religiosidade, geralmente voltada ao cristianismo; saudade e supervalorização da infância; supervalorização do homem em estado selvagem; exaltação da natureza e sua valorização como refúgio seguro e sereno; escolha de piratas, proscritos e bandidos como heróis; incorporação de lendas ou ocorrências verídicas da vida de poetas que tinham tido destino trágico ou infeliz; aceitação do mistério, e fatos inexplicáveis.
Romantismo no Brasil: no início do século XIX, chegava ao Brasil a família real. Logo após, ocorreu uma série de transformações sociais e econômicas para a administração de Portugal daqui do Brasil, como a abertura dos portos, fundação do Banco do Brasil, criação dos tribunais de finanças e justiça, permissão para o livre funcionamento da indústria, implantação da imprensa, que rapidamente se tornou veículo de difusão cultural.
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