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Modernismo
A divulgação das teorias vanguardistas européias é feita, em 1922, pela Semana de Arte Moderna, marco inicial do modernismo brasileiro. Esta fase representa uma ruptura com o passado literário parnasiano e um resgate de tradições tipicamente brasileiras.
Com a chamada Geração de 22, instalam-se, na literatura brasileira, o verso livre, a prosa experimental e uma exploração criativa do folclore, da tradição oral e da linguagem coloquial
Posteriormente, com a geração que surge em 30, há uma fase de grande tensão ideológica e de abordagem da Literatura como instrumento de conhecimento e modificação da realidade. O regionalismo amplia sua temática. Paisagens e personagens são regionais, mas são usados para abordar assuntos de interesse universal
Em reação à politização da fase anterior, os poetas da geração de 45 recuperam o parnasianismo.
1ª fase (1922-1930): ponto alto na Semana de Arte Moderna, nas noites de 13, 15 e 17 de Fevereiro, no Teatro Municipal de São Paulo.
Divulgação das idéias modernistas: Revista Klaxon - crônicas, poemas, gravuras e anúncios; Manifesto da poesia Pau-Brasil - porta voz do grupo Pau-Brasil que pregava a simplicidade e o primitivismo; Grupo Verde-Amarelo - oposição ao grupo Pau-Brasil com a proposta de nacionalismo ufanista; Revista Terra Roxa e Outras Terras; Manifesto Regionalista - pregava a reabilitação da civilização regional nordestina; Revista Festa; Manifesto Antropófago - o mais radical de todos, propunha a reelaboração com autonomia, transformando o produto importável em exportável.
Poesia: foi a forma de expressão predominante e que apresentou mudanças mais radicais; utilização do verso livre, desprezado a contagem silábica; livre associação de idéias; atitude combativa; oposição aos valores considerados falsos; valorização de fatos e coisas do cotidiano; humor (poema-piada); aproximação com a linguagem da prosa; linguagem coloquial, incorporação da fala brasileira à linguagem literária; metalinguagem; incorporação do presente.
2ª fase
(1930-1945):
Manuel
Bandeira
Em
1886, nasce Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho, no
Recife, Pernambuco.
Em 1890, a família se muda para o Rio de Janeiro. De Petrópolis,
datam as primeiras reminiscências do poeta, registradas no
poema “Infância”...
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Graciliano Ramos
1892: Nasce em Quebrângulo, Alagoas, Brasil
1910/14: Cuida da casa comercial do pai, em Palmeira dos Índios.
1914: Vai para o Rio de Janeiro, trabalha no Correio da Manhã.
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Carlos Drummond de Andrade
Poeta, contista e cronista mineiro (1902-1987). Considerado um dos maiores poetas da língua portuguesa e da literatura latino-americana. Nasce e passa a infância numa fazenda em Itabira.Ver
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Guimarães Rosa
Escritor mineiro (1908-1967). João Guimarães Rosa é um dos maiores inovadores da linguagem literária brasileira. Sua obra explora de maneira criativa um vocabulário complexo, recuperando termos arcaicos e expressões regionais.
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Adélia Prado
Adélia Luzia Prado Freitas nasceu em Divinópolis, Minas Gerais, no dia 13 de dezembro de 1935, filha do ferroviário João do Prado Filho e de Ana Clotilde Corrêa. Leva uma vidinha pacata naquela cidade do interior: inicia seus estudos no Grupo Escolar Padre Matias Lobato e mora na rua Ceará.Ver
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