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Aluísio Azevedo |
Nasce em 1857 em São Luís do Maranhão,
Aluísio Tancredo Gonçalves de Azevedo. Filho do vice-cônsul português de São Luís,
aos dezenove anos, Aluísio transfere-se para o Rio de Janeiro, onde o irmão Arthur Azevedo já fazia sucesso com suas peças teatrais. Começa a trabalhar como caricaturista e suas charges políticas aparecem em jornais como "O Fígaro", "O Mequetrefe", "A Semana Ilustrada",
"Zig-Zag". Em
1882 passa a viver profissionalmente como escritor de folhetins.
Em 1886 abandona definitivamente a atividade literária, ingressando na carreira diplomática.
Até a morte, em 1913, não escreveu absolutamente nada a nível literário.
Produziu apenas correspondências diplomáticas e algumas observações (inéditas) sobre o Japão.
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Obras |
Aluísio de Azevedo foi o primeiro escritor profissional. Sua obra concentra-se enquanto a literatura foi seu "ganha-pão".
Folhetins
Romanescos
Uma Lágrima de Mulher (1880)
Condessa Vésper
Girândola de Amores
Filomena Borges (1884)
A Mortalha de Alzira
Romances Realistas/Naturalistas
O Mulato (1881)
Casa de Pensão (1884)
O Homem (1887)
O Coruja (1890)
O Cortiço (1890)
O Livro de Uma Sogra (1895)
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Contos
Demônios (1893)
Teatro
Os Doidos (1879)
Um Caso de Adultério (1891)
Em Flagrante (1891)
A Flor de Lis (opereta, 1882)
Casa de Orates (1882)
Crônicas
O Touro Negro (póstumo)
Revista
Frizmark (1888)
A República (1890) |
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