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Ildo Carbonera
Nasceu na Linha Guabiroba, Sananduva, Nordeste do Rio Grande do Sul, graduado em Letras pela Fidene/Ijuí-RS; especialista em Língua Portuguesa (Fidene/Unicamp); mestre em Literatura Brasileira (UFRGS); atualmente, professor de Letras na Unioeste, Campus de Foz do Iguaçu, além de cronista e músico.
Compositor, participou das gravações dos LPs Flores do mundo e Caminhos (Musical ElectroSom, Panambi/RS), do CD Sol Cataratas, em companhia dos amigos Beto Petry e Daniel Assunção, e do cd solo Consolo.
Publicou os livros Comunhão & Só (l997, Tezza Editores), A Lua e os bares (1999, Edições PluriÛUni), A emboscada machadiana (2000, Edunioeste), Os animais não têm mais para onde ir (2000, Edições PluriÛUni), Chuva Danada (2001, Edições PluriÛUni), Destinos humanos (2002, Ed. do Autor). Aguardando publicação, estão As cidades e os asilos (crônicas) e Como é um rio? (romance). Alguém viu meu avô? Apresenta uma pequena história contada a partir de um diálogo entre um menino (homem) e seu avô. O menino-homem está em seu computador, em grandes aventuras e batalhas. Num instante, o computador trava, e lá no fundo, bem no meio de uma floresta muito densa, surge uma figura, um homem... seu avô. Quando menino, seu avô estava vivo, escrevia, caminhava; agora, adulto, seu avô está morto. Mas restam as lembranças, os ensinamentos, a memória e muitas conversas proporcionadas pela imaginação criadora...
Como conciliar "vida de professor" e "vida de artista"? O corpo precisa comer, beber, morar, vestir-se... Mas o mundo da invenção, da simulação, do disfarce e da realização pessoal, através da criação artística, é imprescindível, inegociável, insubstituível.
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